
terça-feira, 14 de outubro de 2008
terça-feira, 20 de novembro de 2007
Julietta


DESCRIÇÃO DETALHADA DA HISTÓRIA
Julietta [a personagem] está pendurada num trapézio. Joga inocente, como a menina que é, desfruta do espaço, em movimento, o risco. Não sabe o que a espera.
Sílvia [a actriz] está pendurada num trapézio. Consciente arrisca, como a mulher adulta que é. Desfruta do jogo, do vértigo, do silêncio. Sabe perfeitamente o que a espera.
Julietta recebe o anúncio, dentro de poucos dias casará com Paris. O tempo acelera e faz zig zag no espaço aéreo que a circunda, que a contém, que a desespera. Larga-se ao vazio, fala consigo mesma, arma estratégias, nega-se, enfrenta-se, mas a lei paternal impõe-se, deverá ir a uma festa e conhecer o seu pretendente.
Julietta dança. Sílvia dança.
Ambas se enamoram, uma sabendo o seu destino cruel.
A outra, inocente nos preâmbulos da vida.
A dança do amor, do descobrimento.
Mas o desejado é um inimigo.
Não dela mas da sua família.
Mas o desejado mata o seu primo.
Mas o desejado é deportado.
Sílvia diz com palavras, gestos, lágrimas e tropeços.
Julietta deve casar-se com quem seus pais decidiram.
Uma cura dá-lhe um fármaco mágico.
Irá fazer-se passar por adormecida e despertará quando os convidados da festa já estiverem pensando noutra coisa.
O padre avisará Romeu e fugirão juntos.
Mas a mensagem não chega e aparece o Romeu para ver a sua amada morta.
Julietta desperta junto ao cadáver do seu amado.
Sílvia chora. Lágrimas de verdade. Torrentes. Cataratas.
Julietta mata-se. Cerimónia ritual. Infinitamente repetida.
Sílvia transpira. Ela sabia mas não pôde fazer nada para a salvar.
Julietta [a personagem] está pendurada num trapézio. Joga inocente, como a menina que é, desfruta do espaço, em movimento, o risco. Não sabe o que a espera.
Sílvia [a actriz] está pendurada num trapézio. Consciente arrisca, como a mulher adulta que é. Desfruta do jogo, do vértigo, do silêncio. Sabe perfeitamente o que a espera.
Julietta recebe o anúncio, dentro de poucos dias casará com Paris. O tempo acelera e faz zig zag no espaço aéreo que a circunda, que a contém, que a desespera. Larga-se ao vazio, fala consigo mesma, arma estratégias, nega-se, enfrenta-se, mas a lei paternal impõe-se, deverá ir a uma festa e conhecer o seu pretendente.
Julietta dança. Sílvia dança.
Ambas se enamoram, uma sabendo o seu destino cruel.
A outra, inocente nos preâmbulos da vida.
A dança do amor, do descobrimento.
Mas o desejado é um inimigo.
Não dela mas da sua família.
Mas o desejado mata o seu primo.
Mas o desejado é deportado.
Sílvia diz com palavras, gestos, lágrimas e tropeços.
Julietta deve casar-se com quem seus pais decidiram.
Uma cura dá-lhe um fármaco mágico.
Irá fazer-se passar por adormecida e despertará quando os convidados da festa já estiverem pensando noutra coisa.
O padre avisará Romeu e fugirão juntos.
Mas a mensagem não chega e aparece o Romeu para ver a sua amada morta.
Julietta desperta junto ao cadáver do seu amado.
Sílvia chora. Lágrimas de verdade. Torrentes. Cataratas.
Julietta mata-se. Cerimónia ritual. Infinitamente repetida.
Sílvia transpira. Ela sabia mas não pôde fazer nada para a salvar.
É possível contar a história de Romeu & Julieta com uma única actriz que faça de Julietta? Contá-la através dos sentimentos desta jovem que duvida, sente, pensa, sofre, mente, aclama, vibra, acredita, ama e crê que ama?
É possível. E é possível sem desdobramentos, sem fantoches, sem fogos de artifício, nem projecções mediáticas.
A primeira estreia da companhia é um projecto unipessoal. Trabalhámos sobre as emoções de Julietta, os seus câmbios, as suas reacções. Um trabalho físico emocional. Sílvia Balancho, a actriz, deambula pelos ares, submerge-se nas profundidades, misturando técnicas circenses, dança, música e canções com textos de Shakespeare que servem para nos contar o périplo emotivo da triste filha dos Capuletos.

“Um espaço vazio. Quase vazio, um trapézio circular pendurado, um pano roxo como uma enorme mancha de sangue que já anuncia o final. Um recipiente para lavar as suas mãos, a cara... roupa tirada ao solo...só isso. Entra uma actriz com o rosto banhado em lágrimas. Chorou, nota-se que chorou toda a noite e vem contar-nos a sua história e a história de Julietta. Hoje estas duas histórias marcham juntas, parecem-se.
A actriz está golpeada e tenta evitar os golpes a Julietta, mas o amor é assim, inexorável, determinante, imprevisível. Durante sessenta minutos, actriz e personagem vão jogando ao teatro e o público submerge-se nas emoções de ambas. A actriz e a personagem cantam, dizem, penduram-se, gritam, molham-se, jogam, morrem, ressuscitam. Actriz e personagem levam-nos pela mão ao mundo mágico onde o teatro e a realidade perdem o limite. Isso é Julieta, uma passagem pelas emoções da personagem shakespeariana contada por uma actriz que também vive um amor impossível.”
O espectáculo está recomendado para adultos e adolescentes maiores de 12 anos.
Só se faz um espectáculo por dia com uma lotação máxima de 200 pessoas.
Duração da obra: 60 minutos.
Ficha Artística e Técnica:
A primeira estreia da companhia é um projecto unipessoal. Trabalhámos sobre as emoções de Julietta, os seus câmbios, as suas reacções. Um trabalho físico emocional. Sílvia Balancho, a actriz, deambula pelos ares, submerge-se nas profundidades, misturando técnicas circenses, dança, música e canções com textos de Shakespeare que servem para nos contar o périplo emotivo da triste filha dos Capuletos.

“Um espaço vazio. Quase vazio, um trapézio circular pendurado, um pano roxo como uma enorme mancha de sangue que já anuncia o final. Um recipiente para lavar as suas mãos, a cara... roupa tirada ao solo...só isso. Entra uma actriz com o rosto banhado em lágrimas. Chorou, nota-se que chorou toda a noite e vem contar-nos a sua história e a história de Julietta. Hoje estas duas histórias marcham juntas, parecem-se.
A actriz está golpeada e tenta evitar os golpes a Julietta, mas o amor é assim, inexorável, determinante, imprevisível. Durante sessenta minutos, actriz e personagem vão jogando ao teatro e o público submerge-se nas emoções de ambas. A actriz e a personagem cantam, dizem, penduram-se, gritam, molham-se, jogam, morrem, ressuscitam. Actriz e personagem levam-nos pela mão ao mundo mágico onde o teatro e a realidade perdem o limite. Isso é Julieta, uma passagem pelas emoções da personagem shakespeariana contada por uma actriz que também vive um amor impossível.”
O espectáculo está recomendado para adultos e adolescentes maiores de 12 anos.
Só se faz um espectáculo por dia com uma lotação máxima de 200 pessoas.
Duração da obra: 60 minutos.
Ficha Artística e Técnica:
Baseado em: Romeu e Julieta William Shakespeare
Interpretação: Sílvia Balancho
Texto e Encenação: Claudio Hochman
Música: César Viana
Figurino: Ana Sabino
Assistente de Encenação: Anabela Mourato
Assistência Aérea: Marcelo Curotti, Joaquim da Silva
Responsável Técnico (tournée): João Tomé
Assistência de Produção: Patrícia Castro
Produção Artística: Shakespeare Women Company
Direcção de Produção: BemDitas – Criadores Culturais
O SLIDESHOW
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Homlet

Tudo começou com um ovo. Ou uma semente. Ou os dois. Nasceram dois. Dois irmãos. Cláudio e Hamlet. Hamlet e Cláudio. Essa foi a verdadeira ordem. Hamlet seria rei. Cláudio nada. Essa é a lei. Hamlet casa-se com a linda Gertrudes. Cláudio com ninguém. Cláudio deseja Gertrudes e tudo o que tem que ver com o seu irmão, principalmente tudo o que tem que ver com o trono que ocupa o seu irmão.
Cláudio pensa num plano para tirar de cima o seu irmão Hamlet. Para tirar de cima dele e de cima de Gertrudes. Pensa em estratégias para não deixar pegadas, rastro ou provas. Irá envenena-lo. Mas tem de ser um veneno que lhe deixe o caminho livre até ao trono e até á cama de Gertrudes.
Homlet é um espectáculo sobre a elaboração desse plano, das diferentes possibilidades de eliminar um irmão não querido através dum veneno.

Judite Dias, actriz e bióloga, interpretará Cláudio. Porá em cena não só o seu enorme talento como intérprete e cantora, como também os seus conhecimentos científicos. Tudo como um enorme quebra – cabeças, uma mistura sem receitas, como uma omelete, onde cada uma das partes vai constituindo um todo indissolúvel.
Uma omelete fatídica, sangrenta e despiedosa. Um manjar sobre a decadência. Sobre tudo o que é capaz de fazer um homem para atingir os seus objectivos. Um drama com salpicos de humor, onde mostraremos os motivos que tem Cláudio para fazer o que faz. Para que o público julgue, se emocione, se surpreenda.
Um Homlet muito condimentado com a marca da Shakespeare Women Company.
Cláudio pensa num plano para tirar de cima o seu irmão Hamlet. Para tirar de cima dele e de cima de Gertrudes. Pensa em estratégias para não deixar pegadas, rastro ou provas. Irá envenena-lo. Mas tem de ser um veneno que lhe deixe o caminho livre até ao trono e até á cama de Gertrudes.
Homlet é um espectáculo sobre a elaboração desse plano, das diferentes possibilidades de eliminar um irmão não querido através dum veneno.

Judite Dias, actriz e bióloga, interpretará Cláudio. Porá em cena não só o seu enorme talento como intérprete e cantora, como também os seus conhecimentos científicos. Tudo como um enorme quebra – cabeças, uma mistura sem receitas, como uma omelete, onde cada uma das partes vai constituindo um todo indissolúvel.
Uma omelete fatídica, sangrenta e despiedosa. Um manjar sobre a decadência. Sobre tudo o que é capaz de fazer um homem para atingir os seus objectivos. Um drama com salpicos de humor, onde mostraremos os motivos que tem Cláudio para fazer o que faz. Para que o público julgue, se emocione, se surpreenda.
Um Homlet muito condimentado com a marca da Shakespeare Women Company.
Ficha Técnica e Artística
Baseado em: “Hamlet” de William Shakespeare
Texto e Encenação: Cláudio Hochman
Intérprete: Judite Dias
Música: Daniel Schvetz
Assistência de Encenação: Anabela Mourato
Figurino: Catarina Marques
Cenografia e Caracterização: Pessoa Júnior
Produção Artística: Shakespeare Women Company
Direcção de Produção: Luciana Pattin
Promoção e Vendas (Portugal): BemDitas – Criadores Culturais
Baseado em: “Hamlet” de William Shakespeare
Texto e Encenação: Cláudio Hochman
Intérprete: Judite Dias
Música: Daniel Schvetz
Assistência de Encenação: Anabela Mourato
Figurino: Catarina Marques
Cenografia e Caracterização: Pessoa Júnior
Produção Artística: Shakespeare Women Company
Direcção de Produção: Luciana Pattin
Promoção e Vendas (Portugal): BemDitas – Criadores Culturais
O SLIDESHOW
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Príncipe Fim

Não é a primeira vez que Claudio Hochman se mete em tamanho desafio...
Já o fez em Buenos Aires duas vezes e foi bastante bom.
“A Comédia de Enganos”, em 1988 e, em 1996, “A Tempestade”, ambas no Teatro San Martin de Buenos Aires.
Agora vai fazê-lo à frente da Shakespeare Women Company.
As histórias de Shakespeare têm elementos universais e chegam ao coração de todos os espectadores. Há algumas destas histórias cujos conflitos podem ser rapidamente entendidos e saboreados pelos mais pequenos. É uma forma de dar a conhecer um dos mais importantes dramaturgos de todos os tempos.
Como vamos contar a história?
Procurando os elementos lúdicos que existem na história.
Apoiando-nos no jogo dramático e na acção.
Utilizando a música como elemento globalizador.
Recreando um mundo enorme com quase nada.
Com duas actrizes relatando e metarfoseando-se nos diferentes personagens.
De que trata a obra?
A jovem chamava-se Princípio.
O jovem chamava-se Fim.
Princípio estava perdidamente apaixonada por Fim.
Mas Fim não queria ter nada com a insistente Princípio.
Será que Princípio chegará a Fim?
Será que Fim aceitará Princípio?
Uma comédia disparatada sobre a mais louca obra de William Shakespeare:
“Tudo está bem quando acaba bem”
Uma história de um amor impossível.
Como tantas outras...
Mas esta tem um condimento especial:
A rapariga não parará até conseguir que o “seu” amor lhe diga “meu” amor.
Uma história com três finais surpreendentes.
Um mais triste que outro.
Porque de finais felizes já estamos cansados!
Já o fez em Buenos Aires duas vezes e foi bastante bom.
“A Comédia de Enganos”, em 1988 e, em 1996, “A Tempestade”, ambas no Teatro San Martin de Buenos Aires.
Agora vai fazê-lo à frente da Shakespeare Women Company.
As histórias de Shakespeare têm elementos universais e chegam ao coração de todos os espectadores. Há algumas destas histórias cujos conflitos podem ser rapidamente entendidos e saboreados pelos mais pequenos. É uma forma de dar a conhecer um dos mais importantes dramaturgos de todos os tempos.
Como vamos contar a história?
Procurando os elementos lúdicos que existem na história.
Apoiando-nos no jogo dramático e na acção.
Utilizando a música como elemento globalizador.
Recreando um mundo enorme com quase nada.
Com duas actrizes relatando e metarfoseando-se nos diferentes personagens.
De que trata a obra?
A jovem chamava-se Princípio.
O jovem chamava-se Fim.
Princípio estava perdidamente apaixonada por Fim.
Mas Fim não queria ter nada com a insistente Princípio.
Será que Princípio chegará a Fim?
Será que Fim aceitará Princípio?
Uma comédia disparatada sobre a mais louca obra de William Shakespeare:
“Tudo está bem quando acaba bem”
Uma história de um amor impossível.
Como tantas outras...
Mas esta tem um condimento especial:
A rapariga não parará até conseguir que o “seu” amor lhe diga “meu” amor.
Uma história com três finais surpreendentes.
Um mais triste que outro.
Porque de finais felizes já estamos cansados!
O espectáculo está recomendado para crianças maiores de 4 anos.
Só se fazem 2 espectáculos por dia com uma lotação máxima de 200 pessoas.
Necessidades técnicas:
Luz
Três ambientes gerais e um pontual.
Som
Leitor de CD
Um microfone de mão ilhamlâmbrico.
Duração: 50m
M/4
Ficha artística e técnica:
Baseado em: “Tudo Está Bem Quando Acaba Bem” de William Shakespeare
Interpretação: Joana Bastos e Maria Ana Filipe
Texto e Encenação: Claudio Hochman
Movimento: Félix Lozano
Direcção de Produção: Luciana Pattin
Produção Artística: Shakespeare Women Company
Promoção e Vendas (Portugal): BemDitas – Criadores Culturais
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